Os dois rostos que o país mostra aos reformados
Pensões são muito diferentes nas regiões no país. Em Bragança são metade das de Lisboa
Portugal tem 1,8 milhões de pobres. Por coincidência, é esse o número de reformados existentes no país e cuja pensão média é de 385 euros. Mas uns serão mais pobres do que outros. Só os de Lisboa e Setúbal ganham, em média, acima do salário mínimo.
No outro lado da lista está Bragança, cuja pensão média (272€) é quase metade da paga na capital (504€). São os dois extremos de uma realidade tantas vezes repetida em Portugal: o país não é homogéneo e se, por norma, as reformas são baixas, o certo é que numas zonas são mais miseráveis do que noutras.
Os números são aproximações feitas pelo JN com base nos dados da Segurança Social, mas deixam claras as disparidades regionais: Bragança é o concelho com as mais baixas reformas. Aliás, fazendo pontinhos num mapa, a região Norte surge pintada a vermelho: depois de Bragança vêm as vizinhas Vila Real e Guarda que, colada a si, tem Viseu em quarta posição. Os lugares seguintes são ocupados pelos Castelos, o Branco e o de Viana.
Só depois surgem os concelhos do Alentejo, Açores e Algarve. E no topo? Lisboa e Setúbal, os únicos em que a pensão média está acima do salário mínimo nacional, este ano fixados nos 450 euros. O Porto está em terceiro lugar. Em média, cada um dos seus reformados ganha 422 euros.
Fonte: JN
Segunda-feira, Junho 29, 2009
Já diz o ditado: "Pobretes mas Alegretes"...
Portugueses são pobres, estão desmobilizados mas consideram-se felizes
Pobres, desmobilizados mas, apesar disso, felizes. Somos assim, os portugueses? No final do estudo Necessidades em Portugal – Tradição e Tendências Emergentes, os investigadores viram-se perante um país socialmente muito frágil, pouco capaz de se mobilizar individual e socialmente. Mas, apesar disso, com altos níveis de satisfação e felicidade.Há dados conhecidos que o estudo confirma – os que se relacionam com níveis de desigualdades sociais ou taxas de pobreza, por exemplo. Mas Teresa Costa Pinto, socióloga do Centro de Estudos Territoriais, do ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa), diz que a investigação trouxe novidades: “Algumas dimensões da privação alargam-se a outros grupos que não estariam nos 20 por cento de pobres.”
Ver o desenvolvimento da notícia aqui
Pobres, desmobilizados mas, apesar disso, felizes. Somos assim, os portugueses? No final do estudo Necessidades em Portugal – Tradição e Tendências Emergentes, os investigadores viram-se perante um país socialmente muito frágil, pouco capaz de se mobilizar individual e socialmente. Mas, apesar disso, com altos níveis de satisfação e felicidade.Há dados conhecidos que o estudo confirma – os que se relacionam com níveis de desigualdades sociais ou taxas de pobreza, por exemplo. Mas Teresa Costa Pinto, socióloga do Centro de Estudos Territoriais, do ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa), diz que a investigação trouxe novidades: “Algumas dimensões da privação alargam-se a outros grupos que não estariam nos 20 por cento de pobres.”
Ver o desenvolvimento da notícia aqui
UMa tem primeiros licenciados em Serviço Social
18 novos assistentes sociais receberam diplomas
Criação da Ordem é prioridade da Associação dos Profissionais de Serviço Social
Data: 26-06-2009
Os primeiros alunos licenciados em Serviço Social pela Universidade da Madeira (UMa) receberam esta tarde os respectivos diplomas. Um grupo composto por 18 novos assistentes sociais que vêm integrar uma área de trabalho que regista algumas carências na Região.
Na cerimónia realizada nas instalações da UMa, a presidente da Associação de Profissionais de Serviço Social, Fernanda Rodrigues, destacou os passos importantes que têm sido dados nos últimos anos na carreira de Serviço Social em Portugal, o mais recente dos quais a criação da respectiva Ordem. Um processo que garante estar bem encaminhado.
18 novos assistentes sociais receberam diplomas
Criação da Ordem é prioridade da Associação dos Profissionais de Serviço Social
Data: 26-06-2009
Os primeiros alunos licenciados em Serviço Social pela Universidade da Madeira (UMa) receberam esta tarde os respectivos diplomas. Um grupo composto por 18 novos assistentes sociais que vêm integrar uma área de trabalho que regista algumas carências na Região.
Na cerimónia realizada nas instalações da UMa, a presidente da Associação de Profissionais de Serviço Social, Fernanda Rodrigues, destacou os passos importantes que têm sido dados nos últimos anos na carreira de Serviço Social em Portugal, o mais recente dos quais a criação da respectiva Ordem. Um processo que garante estar bem encaminhado.
Fonte: DN
Sexta-feira, Junho 26, 2009
divulgação
"Quer saber como reagir em caso de Emergência?
O Centro de Formação Crescer a Sério orgulha-se em realizar um Curso de Primeiros Socorros, durante o mês de Julho, tendo início no dia 1 das 19h:30m às 22h:30m e finalizando a 31 de Julho.
Poderá aprender a lidar com situações de emergência, pois não sabe quando é que a vida de uma pessoa pode depender de si!
Inscreva-se no Centro de Formação Crescer a Sério.
Preço: 149,00€
Informações e Fichas de Inscrição
:
Centro de Formação Crescer a sério,
Departamento de Formação
Rua do Emissor, 114 Esq. Bloco A – Canidelo
4400 – 436 Vila Nova de Gaia
Telf./ Fax: 227 721 373
E.mail: formação.cresceraserio@gmail.com"
O Centro de Formação Crescer a Sério orgulha-se em realizar um Curso de Primeiros Socorros, durante o mês de Julho, tendo início no dia 1 das 19h:30m às 22h:30m e finalizando a 31 de Julho.
Poderá aprender a lidar com situações de emergência, pois não sabe quando é que a vida de uma pessoa pode depender de si!
Inscreva-se no Centro de Formação Crescer a Sério.
Preço: 149,00€
Informações e Fichas de Inscrição
:
Centro de Formação Crescer a sério,
Departamento de Formação
Rua do Emissor, 114 Esq. Bloco A – Canidelo
4400 – 436 Vila Nova de Gaia
Telf./ Fax: 227 721 373
E.mail: formação.cresceraserio@gmail.com"
Quinta-feira, Junho 25, 2009
Segunda-feira, Junho 22, 2009
O manifesto dos Economistas, ou diria melhor, de vários ex governantes do país, não me convence, cheira a velhos do restelo recém convertidos. Que diria Antero de Quental, Almada Negreiros perante estes novos Dantas? Sim porque no fundo o que está em causa é parar o progresso, como sempre neste país adiado. Se no fim do século XIX alguém se lembrasse de impedir a construção da ponte de D. Luís no Porto, onde no inicio só passavam carroças, porque o país estava numa profunda crise, a verdade é que cem anos depois, este país andaria a carroça, não fora a CEE, ora União Europeia nos obrigar a construir auto estradas. Pois por nossa vontade - e como me lembro - ainda discutiriamos se entre Lisboa e Porto seria ideal uma auto estrada ou apenas uma carreira.
Aliás estes economistas foram dos que criticavam António Guterres por primeiro criar Comissões e depois decidir...Pois mas os tempos mudaram dirão... mas não eram estes que diziam que uma boa políitca de contruções servia para quebrar o ciclo do desemprego? Por acaso nenhum deles foi economista no tempo da nossa bancarrota em que Mário Soares era Primeiro Ministro (cruzes canhoto!). Mas foram ministros de Cavaco, Durão e até Sócrates.
A europa perdoa-nos deixarmos o TGV à porta( perdoa mas com outra divida às costas), é fica ali já em Badajoz e a romaria passa novamente a ser ir a Espanha e ver...o TGV.
Velhos do Restelo, sim, sem dúvida, mas em crise, porque só se sai da crise com visão e projectos de futuro e o futuro já não mora ao lado destes economistas...felizmente.
Aliás estes economistas foram dos que criticavam António Guterres por primeiro criar Comissões e depois decidir...Pois mas os tempos mudaram dirão... mas não eram estes que diziam que uma boa políitca de contruções servia para quebrar o ciclo do desemprego? Por acaso nenhum deles foi economista no tempo da nossa bancarrota em que Mário Soares era Primeiro Ministro (cruzes canhoto!). Mas foram ministros de Cavaco, Durão e até Sócrates.
A europa perdoa-nos deixarmos o TGV à porta( perdoa mas com outra divida às costas), é fica ali já em Badajoz e a romaria passa novamente a ser ir a Espanha e ver...o TGV.
Velhos do Restelo, sim, sem dúvida, mas em crise, porque só se sai da crise com visão e projectos de futuro e o futuro já não mora ao lado destes economistas...felizmente.
Ao olhar o evoluir da sondagem ao lado, não deixa de me surpreender e dar razão, a quem por email, ou pessoalmente me alertava para criação de uma via complementar, à da APSS, que pudesse envolver os profissionais na Luta pela Constituição da Ordem Profissional.
II FORMAÇÃO AVANÇADA EM
EMPREENDEDORISMO E
SERVIÇO SOCIAL:
Um Caminho para a Inserção Profissional
Rua Antero de Quental nº 241 sala 14 - 4050 PORTO
DATA DA INSCRIÇÃO ______ /______ / ______ Fotocopiar se necessário
NOME _____________________________________________________________________________________TELEFONE_________________________________
MORADA ________________________________________________________________________________ LOCALIDADE _________________________________
CÓDIGO POSTAL _____________________ - ________________ E-MAIL DO PARTICIPANTE _______________________________________________________
PARTICIPANTE: PROFISSIONAL _____ ESTUDANTE _____ INSTITUIÇÃO ________________________________ N.ª CONTRIBUINTE _____________________
FORMAS DE PAGAMENTO
VALE POSTAL______DINHEIRO______TRANSFERÊNCIA______ NIB: 0035 0206 00010151930 22 (AIDSS), ou CHEQUE______ VALOR ______ €
Endossar cheque à Associação de Investigação e Debate em Serviço Social
PRAZO LIMITE PARA AS INSCRIÇÕES: 03 DE Julho de 2009
SÓCIOS DA AIDSS 130€ – ESTUDANTES 140€ - PROFISSIONAIS 150€
DESPERTE A SUA ATITUDE EMPREENDEDORA
Ao longo desta formação pretende-se:
Formar profissionais para um perfil de “empreendedores sociais”,
desenvolvendo competências no domínio dos processos de
planificação e intervenção de projectos.
_________________INFORMAÇÕES/ INSCRIÇÕES________________
A.I.D.S.S. – Associação de Investigação e Debate em Serviço Social
Tel./ Fax.: 22 5093289 – Telm. 93 654 35 36
E-mail: aidssp26@gmail.com
Quinta-feira, Junho 18, 2009
COMUNICADO DA APSS
"
Desde 1997 que a Associação dos Profissionais de Serviço Social está
apostada na criação da ORDEM dos ASSISTENTES SOCIAIS.
A APSS quer honrar este compromisso com mais de uma década. Para isso, é
necessário que TOD@S @S ASSISTENTES SOCIAIS PORTUGUESES se
comprometam com a profissão.
Desde 1997 que a Associação dos Profissionais de Serviço Social está
apostada na criação da ORDEM dos ASSISTENTES SOCIAIS.
A APSS quer honrar este compromisso com mais de uma década. Para isso, é
necessário que TOD@S @S ASSISTENTES SOCIAIS PORTUGUESES se
comprometam com a profissão.
A nova Lei que enquadra as Associações Públicas Profissionais (Ordens) (Lei
n.º 6/2008 de 13 de Fevereiro), obriga à apresentação de um estudo sobre a
profissão, a realizar por entidade independente e de mérito. Este estudo,
encomendado ao Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra,
envolve encargos financeiros elevados que ascendem a 30 mil euros,
ultrapassando em larga medida os recursos anuais da APSS.
Com o esforço e o empenho de um conjunto alargado de colegas conseguimos
já uma parte desse valor, mas faltam ainda 12 mil euros para que a APSS não
fique numa situação de ruptura financeira.
Sabemos que há muitos Assistentes Sociais que querem ver criada a nossa
Ordem Profissional. Pedimos que nos ajude a recolher fundos extraordinários
para financiar a criação da Ordem: precisamos que 500 colegas contribuam
apenas com 20 euros cada um. Não deixe nas mãos de outrem o que está nas
suas mãos!
FAÇA PARTE DESTE PROJECTO!
fazendo um donativo à APSS para
CGD – Agência Conde Valbom – NIB: 0035 0257 0001 6088 93076
angariando novos sócios, divulgando e participando nas nossas iniciativas,
dinamizando @s seus colegas, etc…
conte connosco
porque tod@s acreditamos num novo projecto profissional!
www.AProSS.
"Lado a lado
os bambus crescem e vergam
sem quebrar"
D. Rodrigues (2008)
Reproduzindo o debate, sobre o Serviço Social Clinico no Brasil
"Mensagem ao Cress
Hoje é dia 14/06/09. Dois dias após o dia dos namorados e é o dia do “Parada Gay” em SP, portanto, envio esta mensagem ao CRESS e ao Blog “Práticas Terapêuticas” imbuída de sentimentos de amor, fraternidade, equidade, liberdade, justiça e outros que nutrem nossa vida, que nos dão certeza de que caminhar pelas veredas da defesa dos direitos humanos e da justiça vale a pena!
Porque envio esta mensagem a aparentemente dois pólos opostos? Por ingenuidade podem dizer alguns...Envio concomitantemente porque neste momento, ainda acredito que estas duas forças dentro da profissão caminham na mesma direção, apenas utilizando instrumentos diferentes. Acredito que ambas visam o empoderamento do usuário, o ativamento de suas redes sociais de relacionamento e institucionais, a busca de recursos próprios e sociais existentes, o esclarecimento quanto a igualdade e seus direitos sociais. Ambas querem que o homem se emancipe e a cada dia mais diminua a desigualdade entre Classes Sociais, Homens e Mulheres, Adultos e Crianças, Raças, Credo, enfim tudo que possa deixar um ser humano subjugado a outro. Ambas trabalham arduamente para que um dia as diferenças que oprimem deixem de existir, sejam elas de ordem econômicas, financeiras, culturais, biológicas, etc.
Vivemos um momento profissional tenso, mas temos que transformar este campo de disputas, não em um campo de confronto, mas um campo de troca de idéias e experiências para tornar ainda mais rica a nossa profissão!
Tenho a dizer que a Terapia Familiar com as suas teorias/metodologias/instrumentos tem contribuído muito para o Serviço Social, principalmente aos profissionais que trabalham com famílias. Também o Serviço Social tem contribuído enormemente para a Terapia Familiar. Veja que a primeira Escola de Terapia Familiar foi instalada por Virgínia Satir uma assistente social, ou mesmo quem ousa utilizar um genograma sem ter lido Mônica McGoldrick? Ou ainda, a história da Terapia Familiar no Brasil pode ser contada sem se falar em Sandra Olga Fedullo Colombo? Tem algum assistente social que trabalha com Famílias institucionalmente que ainda não leu o livro “Família: Redes, Laços e Políticas Públicas” organizado por Maria Amália Faller Vitale?
Então, conjunto CFESS/CRESS e ABRATEF e suas regionais, vamos trocar saberes e poderes e juntos tentarmos produzir algo muito melhor! A população brasileira merece isto!"
Maria de Lourdes Boher Antonio
Assistente Social
( Desde 1985 até os dias atuais aprendendo, tentando melhorar a atuação e a profissão como Especialista em Serviço Social, Especialista em Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes; Especialista em Terapia Familiar e de Casal; Mediadora Familiar; Professora em cursos de Graduação e Pós-graduação; Mestre e Doutoranda em Serviço Social PUC-SP.)
Hoje é dia 14/06/09. Dois dias após o dia dos namorados e é o dia do “Parada Gay” em SP, portanto, envio esta mensagem ao CRESS e ao Blog “Práticas Terapêuticas” imbuída de sentimentos de amor, fraternidade, equidade, liberdade, justiça e outros que nutrem nossa vida, que nos dão certeza de que caminhar pelas veredas da defesa dos direitos humanos e da justiça vale a pena!
Porque envio esta mensagem a aparentemente dois pólos opostos? Por ingenuidade podem dizer alguns...Envio concomitantemente porque neste momento, ainda acredito que estas duas forças dentro da profissão caminham na mesma direção, apenas utilizando instrumentos diferentes. Acredito que ambas visam o empoderamento do usuário, o ativamento de suas redes sociais de relacionamento e institucionais, a busca de recursos próprios e sociais existentes, o esclarecimento quanto a igualdade e seus direitos sociais. Ambas querem que o homem se emancipe e a cada dia mais diminua a desigualdade entre Classes Sociais, Homens e Mulheres, Adultos e Crianças, Raças, Credo, enfim tudo que possa deixar um ser humano subjugado a outro. Ambas trabalham arduamente para que um dia as diferenças que oprimem deixem de existir, sejam elas de ordem econômicas, financeiras, culturais, biológicas, etc.
Vivemos um momento profissional tenso, mas temos que transformar este campo de disputas, não em um campo de confronto, mas um campo de troca de idéias e experiências para tornar ainda mais rica a nossa profissão!
Tenho a dizer que a Terapia Familiar com as suas teorias/metodologias/instrumentos tem contribuído muito para o Serviço Social, principalmente aos profissionais que trabalham com famílias. Também o Serviço Social tem contribuído enormemente para a Terapia Familiar. Veja que a primeira Escola de Terapia Familiar foi instalada por Virgínia Satir uma assistente social, ou mesmo quem ousa utilizar um genograma sem ter lido Mônica McGoldrick? Ou ainda, a história da Terapia Familiar no Brasil pode ser contada sem se falar em Sandra Olga Fedullo Colombo? Tem algum assistente social que trabalha com Famílias institucionalmente que ainda não leu o livro “Família: Redes, Laços e Políticas Públicas” organizado por Maria Amália Faller Vitale?
Então, conjunto CFESS/CRESS e ABRATEF e suas regionais, vamos trocar saberes e poderes e juntos tentarmos produzir algo muito melhor! A população brasileira merece isto!"
Maria de Lourdes Boher Antonio
Assistente Social
( Desde 1985 até os dias atuais aprendendo, tentando melhorar a atuação e a profissão como Especialista em Serviço Social, Especialista em Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes; Especialista em Terapia Familiar e de Casal; Mediadora Familiar; Professora em cursos de Graduação e Pós-graduação; Mestre e Doutoranda em Serviço Social PUC-SP.)
Terça-feira, Junho 16, 2009
Sexta-feira, Junho 12, 2009
O Debate abaixo reproduzido é central, não só no Serviço Social, como nas Ciências actuais, cujo campo, se alargou de tal modo que a complexidade de definição de fronteiras, poderá permitir passar do paradigma dissociativo no olhar sob o ser humano, a um paradigma associativo, aquele que tem permitido, graças á partilha de teorias/técnicas/ métodos e instrumentos científicos entre a biologia/fisica/neurociência/informática (ou ciência da comunicação)/marketing/fisiatria/medicina/ciências sociais, etc, avançoes únicos no dominio da medicina preventiva e curativa, da medicina computacional, da identificação do genoma humano, da identificação genética, da relação fisica e astro fisica, de uma nova relação entre ciência social e ciência natural. Complexidade e sistémica, que vai além da estrutura integrando-a, bem como o sujeito, ele mesmo protagonista, como totalidade.
Reducionismo científico, no século XXI, começa a ser equivalente a imposição dogmática, ou fé neo- positiva, sem enquadramento na reorganização doconhecimento em curso.
Reducionismo científico, no século XXI, começa a ser equivalente a imposição dogmática, ou fé neo- positiva, sem enquadramento na reorganização doconhecimento em curso.
Vicente Faleiros apoia causa do Serviço Social Clinico no Brasil
"Afirmação e negação do sujeito
Vicente Faleiros
Depois da edição da infeliz resolução do CFESS que não reconhece as práticas terapêuticas no serviço social comecei a me perguntar se haveria algum fundamento teórico ou histórico para isso.Os fundamentos teóricos, históricos e metodológicos (fthm) do serviço social se articulam por visão complexa do ser humano nas relações sociais. Tenho proposto um paradigma em que sujeito e estrutura não se separam e que denominei deparadigma da correlação de forças. Trata-se de uma visão relacional, do sujeito como conjunto de relações, implicando reconhecimento, identidade, cidadania, trajetórias de empoderamento e fragilização. Somos sujeitos por nossas relaçõesfamiliares, grupais e comunitárias e não apenas pelo lugar ocupado na polarização capital/trabalho. Quando se reduz a vida a uma polarização capita/trabalho estamos empobrecendo-a ao invés de olhá-la na sua complexidade. Parece-meque a negação das práticas terapêuticas está articulada ao pressuposto reducionista de um funcionalismo estrutural que nega o sujeito como conjunto de relações, sujeito que tem sofrimento e sonho como sujeito de relações. Não podemostambém reduzir o sujeito ao indivíduo como se fosse uma mônada, o que rompe com sua sua própria história. A história social está articulada às histórias dos sujeitos. Negar o sofrimento, o estresse, a angústia, a incerteza, o sonho é negar osujeito, o sujeito em movimento, em luta para sobreviver idividividual e coletivamente e que preciisa de ajuda, apoio e suporte para mudar sua trajetória de exclusão,sofrimento e acesso à cidadania e à automina. O serviço social foi definidomuitas e muitas vezes como profissão de ajuda (helping profession) e nossa luta, inclusive no movimento de reconceituação, tem sido para se torne uma profissão de emancipação e empoderamento (empowering profession) . Nas relações dedesigualdade de poder é preciso articular o suporte com a mudança de forças na família, no grupo, na sociedade em razão dos dominados, ouvindo sua voz, dando oportunidade para expressar seu sofrimento para o que contribuem as práticasterapêuticas, a que tãopouco devemos reduzir o serviço social. Essas práticas são uma alternativa para apoiar e empoderar as pessoas na conquista de seus direitos. Negar essas práticas no âmbito da profissão é negar o sujeito e pode levar aum estruturalismo estéril. Por isso proponho que atuemos na correlação de forças numa visão relacional e complexa em que saibamos, como se diz na NOB-SUAS trabalhar a acolhida e a proteção. A rede de proteção social implica ver as relações dos sujeitos nas forças sociais de opressão e emancipação em seu contexto político e histórico. Os fundamentos para a negação do sofrimento, do apoio, da ajuda e da emancipação do sujeito em relação só podem pressupor um reducionismo estéril da vida à estrutura, ao sistema dominante. Cada vez mais é preciso pensar relacionalmente e de forma complexa, na totalidade em movimento que implica as relações pessoais na dinâmica sócio-econômica-política-cultural."
Vicente Faleiros
Depois da edição da infeliz resolução do CFESS que não reconhece as práticas terapêuticas no serviço social comecei a me perguntar se haveria algum fundamento teórico ou histórico para isso.Os fundamentos teóricos, históricos e metodológicos (fthm) do serviço social se articulam por visão complexa do ser humano nas relações sociais. Tenho proposto um paradigma em que sujeito e estrutura não se separam e que denominei deparadigma da correlação de forças. Trata-se de uma visão relacional, do sujeito como conjunto de relações, implicando reconhecimento, identidade, cidadania, trajetórias de empoderamento e fragilização. Somos sujeitos por nossas relaçõesfamiliares, grupais e comunitárias e não apenas pelo lugar ocupado na polarização capital/trabalho. Quando se reduz a vida a uma polarização capita/trabalho estamos empobrecendo-a ao invés de olhá-la na sua complexidade. Parece-meque a negação das práticas terapêuticas está articulada ao pressuposto reducionista de um funcionalismo estrutural que nega o sujeito como conjunto de relações, sujeito que tem sofrimento e sonho como sujeito de relações. Não podemostambém reduzir o sujeito ao indivíduo como se fosse uma mônada, o que rompe com sua sua própria história. A história social está articulada às histórias dos sujeitos. Negar o sofrimento, o estresse, a angústia, a incerteza, o sonho é negar osujeito, o sujeito em movimento, em luta para sobreviver idividividual e coletivamente e que preciisa de ajuda, apoio e suporte para mudar sua trajetória de exclusão,sofrimento e acesso à cidadania e à automina. O serviço social foi definidomuitas e muitas vezes como profissão de ajuda (helping profession) e nossa luta, inclusive no movimento de reconceituação, tem sido para se torne uma profissão de emancipação e empoderamento (empowering profession) . Nas relações dedesigualdade de poder é preciso articular o suporte com a mudança de forças na família, no grupo, na sociedade em razão dos dominados, ouvindo sua voz, dando oportunidade para expressar seu sofrimento para o que contribuem as práticasterapêuticas, a que tãopouco devemos reduzir o serviço social. Essas práticas são uma alternativa para apoiar e empoderar as pessoas na conquista de seus direitos. Negar essas práticas no âmbito da profissão é negar o sujeito e pode levar aum estruturalismo estéril. Por isso proponho que atuemos na correlação de forças numa visão relacional e complexa em que saibamos, como se diz na NOB-SUAS trabalhar a acolhida e a proteção. A rede de proteção social implica ver as relações dos sujeitos nas forças sociais de opressão e emancipação em seu contexto político e histórico. Os fundamentos para a negação do sofrimento, do apoio, da ajuda e da emancipação do sujeito em relação só podem pressupor um reducionismo estéril da vida à estrutura, ao sistema dominante. Cada vez mais é preciso pensar relacionalmente e de forma complexa, na totalidade em movimento que implica as relações pessoais na dinâmica sócio-econômica-política-cultural."
Divulgo aqui o apelo d@s colegas Brasileiras do Serviço Social Clinico:
"fase difícil que os Assistentes Sociais Clínicos Brasileiros estão enfrentando e precisando do apoio e solidariedade dos Colegas independentemente da Nacionalidade"
BLOG:
http://praticasterapeuticas.blogspot.com/
"fase difícil que os Assistentes Sociais Clínicos Brasileiros estão enfrentando e precisando do apoio e solidariedade dos Colegas independentemente da Nacionalidade"
BLOG:
http://praticasterapeuticas.blogspot.com/
Segunda-feira, Junho 08, 2009
Novo Livro, Manuel Menezes
Sexta-feira, Junho 05, 2009
Terça-feira, Junho 02, 2009
Segunda-feira, Junho 01, 2009
Saúde Vocal: Técnicas de Voz para Professores (6h)
Conteúdo Programático:
Módulo I - Anatomia da laringe e fisiologia da produção vocal
I.1. Funções da laringe
I.2. Bases respiratórias da voz
Módulo II - Conceito de voz normal e classificação das disfonias
II.1. Voz normal
II.2. Classificação das disfonias
Módulo III - Saúde vocal
III.1. Comportamentos de abuso e mau uso vocal
III.2. Higiene vocal
Módulo IV - Condicionamento vocal básico para profissionais da voz
IV.1. Aquecimento vocal fisiológico
IV.2. Desaquecimento vocal fisiológico
Duração/Horário:
Dia 6 de Junho de 2009
Sábado das 10h às 13h e das 14h às 17h
Preço: 36 € *
Observações: Os pagamentos deverão ser efectuados até 2 dias antes do início da acção da formação.
Em caso de desistência a mesma deverá ser comunicada por telefone ou e-mail à entidade até 48 horas antes do início da acção de formação para devolução das importâncias pagas.
Local: Centro de Formação Crescer a Sério
Inscrições e Informações:
Centro de Formação Crescer a Sério
Departamento de Formação
Rua do Emissor, 114 Esq. Bloco A – Canidelo
4400 – 436 V. N. Gaia
Telf. / Fax: 227 721 373
E-mail: formacao.cresceraserio@gmail.com
Conteúdo Programático:
Módulo I - Anatomia da laringe e fisiologia da produção vocal
I.1. Funções da laringe
I.2. Bases respiratórias da voz
Módulo II - Conceito de voz normal e classificação das disfonias
II.1. Voz normal
II.2. Classificação das disfonias
Módulo III - Saúde vocal
III.1. Comportamentos de abuso e mau uso vocal
III.2. Higiene vocal
Módulo IV - Condicionamento vocal básico para profissionais da voz
IV.1. Aquecimento vocal fisiológico
IV.2. Desaquecimento vocal fisiológico
Duração/Horário:
Dia 6 de Junho de 2009
Sábado das 10h às 13h e das 14h às 17h
Preço: 36 € *
Observações: Os pagamentos deverão ser efectuados até 2 dias antes do início da acção da formação.
Em caso de desistência a mesma deverá ser comunicada por telefone ou e-mail à entidade até 48 horas antes do início da acção de formação para devolução das importâncias pagas.
Local: Centro de Formação Crescer a Sério
Inscrições e Informações:
Centro de Formação Crescer a Sério
Departamento de Formação
Rua do Emissor, 114 Esq. Bloco A – Canidelo
4400 – 436 V. N. Gaia
Telf. / Fax: 227 721 373
E-mail: formacao.cresceraserio@gmail.com
Para conhecimento e possível divulgação - Cursos de Verão 2009 www.porto.ucp.pt/cvc.
O Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa apresenta o programa de Cursos de Verão 2009, com o objectivo de continuar a ser uma presença viva na cultura portuguesa.
Os Cursos de Verão da Católica representam uma nova oportunidade para ampliar e aprofundar o nosso projecto cultural, estando mais próximos de muitos cidadãos, mesmo quando "não há aulas".
No Verão, a Católica tem as portas abertas. Queremos acolher públicos muito diversos, de jovens a seniores. Oferecemos actividades de aprendizagem muito diversificadas, organizadas pelos nossos docentes e por especialistas convidados. São cursos novos, ousados, irreverentes, abertos a públicos não especializados nos vários temas.
Organizamos seminários, cursos, workshops.
Este Verão venha à Católica aprender, que não se vai arrepender!
130 Cursos, sem idade
O Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa apresenta o programa de Cursos de Verão 2009, com o objectivo de continuar a ser uma presença viva na cultura portuguesa.
Os Cursos de Verão da Católica representam uma nova oportunidade para ampliar e aprofundar o nosso projecto cultural, estando mais próximos de muitos cidadãos, mesmo quando "não há aulas".
No Verão, a Católica tem as portas abertas. Queremos acolher públicos muito diversos, de jovens a seniores. Oferecemos actividades de aprendizagem muito diversificadas, organizadas pelos nossos docentes e por especialistas convidados. São cursos novos, ousados, irreverentes, abertos a públicos não especializados nos vários temas.
Organizamos seminários, cursos, workshops.
Este Verão venha à Católica aprender, que não se vai arrepender!
130 Cursos, sem idade
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