O Debate abaixo reproduzido é central, não só no Serviço Social, como nas Ciências actuais, cujo campo, se alargou de tal modo que a complexidade de definição de fronteiras, poderá permitir passar do paradigma dissociativo no olhar sob o ser humano, a um paradigma associativo, aquele que tem permitido, graças á partilha de teorias/técnicas/ métodos e instrumentos científicos entre a biologia/fisica/neurociência/informática (ou ciência da comunicação)/marketing/fisiatria/medicina/ciências sociais, etc, avançoes únicos no dominio da medicina preventiva e curativa, da medicina computacional, da identificação do genoma humano, da identificação genética, da relação fisica e astro fisica, de uma nova relação entre ciência social e ciência natural. Complexidade e sistémica, que vai além da estrutura integrando-a, bem como o sujeito, ele mesmo protagonista, como totalidade.
Reducionismo científico, no século XXI, começa a ser equivalente a imposição dogmática, ou fé neo- positiva, sem enquadramento na reorganização doconhecimento em curso.
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